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Jundiaí quer ser a “terra dos tablets” nacionais

Quando a Foxconn anunciou um investimento bilionário — e ainda não concretizado — no Brasil, todos os olhos se voltaram para a simpática Jundiaí, terra da Festa da Uva, que já contava com uma fábrica humilde dos taiwaneses. Agora, com muitos milhões entrando na cidade, há propostas de lei para incentivo à indústria de montagem (leia-se redução de impostos) para transformar Jundiaí na terra dos tablets.

Segundo reportagem da Folha no domingo, o projeto de lei diminuiria a cobrança de IPTU, do ISS (Imposto Sobre Serviços) e do ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis). Tudo isso porque dos R$435 milhões aplicados pela indústria em Jundiaí, R$300 milhões vieram da Foxconn — dinheiro usado para financiar a construção da terceira fábrica da empresa na cidade.

Em paralelo, há a proposta de investir R$30 milhões por ano em um parque tecnológico de 300 mil metros quadrados. Apesar do foco em tablets — provavelmente porque trata-se da palavra do momento — outras empresas de tecnologia se beneficiarão, como AOC e Compal, e a proposta da Prefeitura e do Governo do Estado é transformar Jundiaí em um grande celeiro de empresas de hardware, software e pesquisa e desenvolvimento. Teremos um Vale do Silício pertinho de São Paulo? [gizmodo]

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Por que o iPhone 4S só tem 512MB de memória RAM

Nós provavelmente nunca teremos uma justificativa oficial da Apple sobre por que o iPhone 4S só tem 512MB de memória RAM. Mas quer saber? Eles não precisam fazer isso. Porque é bem difícil perceber a diferença. Entenda o motivo.
Viva mais, e prosperamente

Quanto mais memória RAM você coloca em um aparelho, mais energia ele usa. Por décadas, o consumo de energia foi uma preocupação secundária para engenheiros de hardware e software de gadgets. Eles tinham energia ilimitada vinda direto por um cabo. Mas agora que aparelhos com bateria são os principais gadgets de nossa vida, o tempo em que ele vive sem uma recarga não afeta apenas a performance — em vários sentidos, isso é a performance. E desde que a Apple entrou no mundo dos smartphones, ela fez questão de colocar o tempo de duração de bateria como prioridade. Por isso o primeiro iPhone não tinha 3G, e é por isso que o iPhone 4S não tem 4G. E é também por isso que iPad 2 tem os mesmos 512MB de RAM — e continua mais veloz do que os concorrentes.
Números não são tudo

E a essa altura do campeonato, nós já deveríamos saber bem que não adianta mais surtar com as especificações, pura e simplesmente. O mantra de performance de hardware da Apple sempre foi “triar o máximo de menos”. E eles gastam muito tempo otimizando seu software para se adaptar ao hardware. Donos de iPhone comentaram no Anandtech que antigos iPhones rodando iOS 5 ficaram mais rápidos, basicamente porque o iOS 5 é uma mudança menos radical do que o iOS 4 foi. A Apple não adicionou apenas novidades; eles também tiveram tempo para redesenhá-lo e eliminar sua gordura para ele ser ainda menos dependende do hardware. É só comparar com o efeito devastador que o iOS 4 teve no iPhone 3G.
Conhecimento interno

Claro, a Apple não pode criar o hábito de ser complacente nem de ter reações afobadas, mas a verdade é que o hardware da empresa não é medíocre. Os fabricantes de aparelho precisam de músculos — 1GB de memória é o novo padrão de Androids topo de linha — porque o Android não é otimizado para hardware como o iOS é. Eles nunca sabem quando o Google lançará novidades e o que elas farão com seus aparelhos. Eles só podem confiar no poder de aparelhos prontos para o futuro. Os aparelhos com Android precisam de 1GB de RAM como uma forma de se proteger. Para a Apple, isso seria um luxo desnecessário.

E apesar de isso não ser exatamente a razão para entendermos a Apple nessa história, o fato de se construir um ótimo aparelho pelo menor custo possível é uma das razões para a Apple continuar focada em criar produtos de alta qualidade no futuro. Dobrar a memória RAM pode não custar muito em um aparelho. Mas fazendo as contas com milhões de aparelho, isso é muito dinheiro que pode ser gasto em pesquisa e desenvolvimento, principalmente se esses 512MB de RAM forem o bastante para mais uma geração de aparelho (e tudo indica que é).

Então, sim, o iPhone 4S tem menos memória que o cara ao lado. Mas provavelmente você não irá nem perceber. E esse é o truque.
[Gizmodo]

Steve Jobs – 1955-2011

Steve Jobs - 1955-2011

“A Apple perdeu um gênio criativo e visonário e o mundo perdeu um incrível ser humano. Aqueles que tiveram sorte o bastante de conhecer e trabalhar com Steve perderam um grande amigo e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma companhia que só ele poderia ter feito e seu espiríto viverá para sempre nas fundações na Apple”.

Mensagem do site da Apple

Esse foi o post mais sério e mais triste que já publiquei aqui.

iPhone 4S: estou decepcionado

Direto ao ponto: eu estou um pouco decepcionado com o iPhone 4S. Eu esperava mais. Minhas expectativas eram altas. Eu queria algo mais do que especial, basicamente porque eu estou esperando isso há muito tempo. Há. Muito. Tempo.

O que eu esperava e não vi hoje? Um novo hardware, primeiramente. Design é importante. E a Apple sempre foi uma empresa orientada pelo design. Quando o lançamento do iPhone 4S foi atrasado para o fim do ano, isso só aumentou a expectativa de que algo bem diferente viria. Em vez disso, ele é essencialmente idêntico.

Eu esperava algo ousado e interessante em termos visuais. O iPhone 4 era isso quando ele foi lançado. Assim como foi o iPhone original e o iPhone 3G. Se eu for comprar um novo smartphone, é claro que eu quero algo que pareça novo. Porque é óbvio que nós nos importamos com design. Se não, todos nós continuaríamos andando com um tijolo no bolso, com duração de bateria de 12 dias.

E nós nos importamos bastante com design. Nós queremos coisas que pareçam novas e notáveis. Mas se você comprar um iPhone 4, você está se comprometendo com um design antigo por dois anos (pelo menos nos EUA). Como a Apple não atualizou o design do aparelho, isso significa que quando você estiver no meio do contrato, o design do aparelho terá três anos de idade. E isso é uma vida toda quando estamos falando sobre gadgets. Pense bem, o iPhone original começou a ser vendido a cerca de quatro anos atrás.

E ainda temos o problema de rede. Eu ainda esperava que ele viesse com LTE. Eu sei, eu sei. Eu conheço bem a história da Apple e entendo por que ela não lançará um aparelho com LTE até o tempo em que as pessoas possam ter vantagens reais com isso, sem atrapalhar o preço e a performance. Mas se eu vou ficar com esse aparelho por mais dois anos, seria bom que ele tivesse 4G.

Já faz dois anos desde a última vez que eu comprei um iPhone. Eu fiquei com o iPhone 4 porque eu queria sair de meu contrato com a AT&T. Quando o velho iPhone 4 chegou na operadora Verizon, eu não senti vontade alguma de mudar.

Assim, eu decidi esperar pelo iPhone 5. E esperei. Esperei muito. E em vez dele, recebi um iPhone 4S. Quê?

Veja bem, há um monte de coisas bacanas no iPhone 4S. A câmera de 8MP transformará minhas fotos preguiçosas e idiotas em arte pura. Como pai de primeira viagem, estou super empolgado com a velocidade maior do obturador, que talvez se mova tão rapidamente quanto uma criança. O vídeo em 1080p também é fantástico. Eu curti muito o lance das antenas CDMA e GSM porque eu viajo bastante. E eu também adoro o processador A5.

Mas não era isso que eu estava esperando.

Siri? Será provavelmente uma das coisas mais animais que eu usarei em minha vida. Assim como o Facetime, que fica sentado no canto da tela do meu iPad 2 esperando que eu um dia o abra novamente. As notificações são ótimas, principalmente com os poderes de localização. Mas eu já conseguia fazer notificações baseadas em localização no Android desde que o G1 saiu, em 2008. Claro, o iCloud parece relativamente sensacional, mas eu continuo confiando na habilidade da Apple de ferrar com tudo relacionado a internet. (Apple: Internet apps :: Google: Social apps).

E além do mais, isso é tudo software. Claro, pode ser software que depende do hardware, mas continua sendo software. Eu tenho sérias dificuldades de ficar muito empolgado com software.

Não se engane, a Apple vai vender milhões desse iPhone. Pô, eu comprarei um, sem dúvida. Mas farei de forma relutante. Pela primeira vez em minha memória recente, eu saio de um anúncio de hardware da Apple sem empolgação. E apesar de entender que o dia do iPhone 4S chegou, eu já estou pensando no futuro.[gizmodo]

Imagem vazada mostra chip A5 dentro do próximo iPhone

Essa imagem vazada mostra um processador A5, da Apple — o cérebro do iPad 2 — inserido nas entranhas eletrônicas do próximo iPhone. Apesar de já termos essa teoria do A5 há tempos, a imagem pode ser a primeira confirmação visual.

Isso se a foto for realmente real, claro. É possível ver também uma bateria de maior capacidade ao lado, o que seria uma maravilha — mais tempo de vida longe da tomada é sempre bem-vindo.

Para completar, a imagem também confirma um alto-falante maior no topo do aparelho.

[gizmodo]

Apps para Android ficarão mais bonitos

“Por que os apps do meu iPhone são mais bonitos que o do Android?” A pergunta foi dirigida a Matias Duarte (foto), diretor de interfaces para o Android, em um debate patrocinado pelo Techcrunch ontem. A resposta veio em forma de outra pergunta: “Por que os sicilianos são mais bonitos que caras de outros lugares?”, o que causou risos na plateia. “A beleza está nos olhos de quem vê”, completou Duarte, dizendo que há programinhas bonitões no mercado do robô. Depois da brincadeira ele de certa forma admitiu o problema, dizendo que o Android era “mais jovem” e que muitas coisas boas virão para os desenvolvedores com o Ice Cream Sandwich.

Duarte chegou ao Google ano passado depois de fazer um excelente trabalho na Palm, onde foi o líder do time de design que fez o WebOS, um SO que não foi pra frente mas tem algumas ideias ótimas. O painel que ele participou no Mobile First Crunchup  era sobre design para mobile, mas é claro que o debate descambou para mais uma edição da guerra “Android x iOS”. As justificativas apresentadas para apps mais bonitos do lado da maçã foram diversas. A mais mencionada foi o fato de o Android ser uma plataforma mais jovem. Jake Mintz, que faz apps que funcionam nos dois sistemas, disse que é mais difícil contratar desenvolvedores para Android, já que há mais gente interessada no iOS.  O convidado Steve Jang, que faz apps para iPhone apenas, tem outra teoria:

“Eu aposto que se você colocar 100 designers em uma sala, haverá mais usuários de Mac e mais usuários de iPhone. A [tendência de apps mais bonitos no iOS] é um reflexo dos usuários da plataforma”, opinou. A explicação pode ser um bocado mais simples, como ficou claro em outros paineis e comentários: é mais fácil desenvolver coisas bonitas para iPhone. O UIKit, biblioteca de funcionalidades e visuais para programação em iOS, é vastamente aplicada e padronizada, e encorajada pela Apple. Os guias de interface para Xcode também. Por isso os ícones, menus e posicionamento dos atalhos nos apps de iOS são muito parecidos. E há, é claro, o fato de que um desenvolvedor para iOS tem que se preocupar menos com variação do hardware que receberá o programa, desafios enfrentados por quem desenvolve para o Android.

Do lado de lá, falta essa consistência na aparência e funcionamento de apps (também presente no Windows Phone 7, por exemplo), mas Duarte disse que a situação vai melhorar um bocado para o lançamento do Android 3.0, vulgo Ice Cream Sandwich, programada para os próximos meses.

Nós estamos tentando fazer um ‘tamanho único’, e existem produtos diferentes para necessidades diferentes. Isto posto, nós sabemos o quão difícil é desenvolver neste ambiente. O Ice Cream Sandwich dá a você muitas ferramentas para ajudar a construir um app que funcione de maneira consistente em uma variedade de tamanhos de tela e formatos. E antes disso nós vamos soltar ferramentas para ajudar os desenvolvedores a focarem e otimizarem seus apps. Nós lançamos recentemente o sistema de APKs múltiplas e para aparelhos específicos.Nós queremos fazer essa transição mais fácil e criar coisas realmente bonitas para o Android.

No fim da discussão, todos concordaram que o mercado de apps para Android em algum momento vai se equiparar ao do iOS, dado o crescimento da plataforma: como há cada vez mais gente usando, deixar de disponibilizar um app bonito no Android será uma oportunidade desperdiçada, que pode custar caro.

Todos os paineis podem ser vistos (em inglês sem legendas, infelizmente) no Techcrunch. Vale gastar um tempinho.[gizmodo]

[MadeInChina]Provavelmente a i-Cópia mais perfeita que você já viu

Eu já vi muitos HiPhones e i-Cópias nos Xing Lings mundo afora, mas a maioria deles copia apenas alguns aspectos mais marcantes do produto e assim que você vê mais de perto pode perceber que não se trata de um produto da Apple, já esse aqui pode até enganar os mais desavisados. Você consegue perceber qual é o original?

[Dica: O da direita é o original] Detalhes da carcaça são copiados quase que com perfeição, incluindo até o lugar para inserir o cartão micro SIM, idêntico ao original. A parte traseira também é praticamente igual, provavelmente se algum amigo seu estivesse usando um desses, você não notaria a diferença.

Mas a cópia acaba se entregando na tela de configurações, onde há algumas funções que não existem no original. Porém, sem uma referência para comparar, talvez isso passasse despercebido.

É bom ficar de olho da próxima vez que alguém te oferecer um iPhone 4 por R$ 200, já que você pode acabar levando um iFail para casa. A menos é claro, que você queira apenas um celular[gizmodo]

[Brasil]Governo dá o primeiro passo para diminuir impostos sobre tablets

computadoresfabricados no Brasil têm tributação diferenciada, e uma medida provisória coloca os tablets na mesma categoria. Mas ainda faltam algumas coisas para vermos o preço das tábuas realmente cair nas lojas.

Na prática, a MP altera esta lei aqui de 2005, e reduz a zero o PIS/Cofins “incidentes sobre a receita bruta de venda a varejo” dos tablets que tiverem sido fabricados aqui (atualmente é 9,25%) – além de incluir a informação na nota fiscal.  Aos tributaristas de plantão, aqui está a (curta) MP publicada hoje no DO:

MEDIDA PROVISÓRIA No534, DE 20 DE MAIO DE 2011

Altera o art. 28 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, para incluir no Programa de Inclusão Digital  Tablet PC produzido no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Art. 1o O art. 28 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 28. ……………………………………………………………………..

VI – máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm2(Tablet PC), classificadasna subposição 8471.41 da Tipi, produzidas no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo
………………………………………………………………………………….

§ 4º Nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadistae pelo varejista relativas à venda dos produtos de que trata oinciso VI do caput, deverá constar a expressão “Produto fabricadoconforme processo produtivo básico”, com a especificação do atoque aprova o processo produtivo básico respectivo.” (NR)

Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 20 de maio de 2011; 190º da Independência e 123º da República.

Note que o tamanho (140 cm2) exclui coisas como o Dell Streak, de 5” e basicamente estabelece o mínimo de tablets em 7 polegadas, como o Galaxy Tab. Ainda faltam ser publicadas portarias do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Trabalho para enquadrar definitivamente os tablets no “Processo Produtivo Básico”, eliminando ainda mais tributos para as coisas made in brazil e estabelecendo prazos para a nacionalização dos eletrônicos. No início, tablets precisarão apenas de algo como 25% das peças feitas aqui para ganhar a desoneração. Mas em 2015 um tablet tem de ser quase 80% nacional para pagar menos tributos.

Quanto isso vai afetar o preço? O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, fala em redução de 36%. Alguns tributaristas falam em 30%. De todo modo, as mudanças não deverão impactar o preço nos próximos 3 meses pelo menos, já que os tablets mais desejados, como o iPad 2 e o vindouro Galaxy Tab 10.1 são fabricados lá fora – por enquanto.

Nós achamos muito cedo fazer qualquer previsão sobre a queda real de preços – note que, mesmo com todos os benefícios fiscais, netbooks feitos no Brasil ainda custam o dobro do equivalente americano – e estamos investigando com fabricantes e varejistas para apurar a real redução. Espere um guia aqui tirando todas as dúvidas quando o governo acabar de lançar o “pacotão pró tablets”.[gizmodo]

Samsung contra-ataca e processa Apple em três países

Briga de advogados na lama! Após a Apple processar a Samsung alegando infrações de patentes de seus aparelhos, a defesa não demorou muito para bolar seu contra-atque e dizer “nananinanão, VOCÊS estão fazendo isso”. A Samsung arquivou ações contra a Apple na Coreia do Sul, no Japão e na Alemanha, dizendo que a Apple que infringe suas patentes.

Empresas de celulares e mobilidade se processando não é algo incomum — na verdade, é um ato quase banal para nós. Mas a Samsung é uma das maiores distribuidoras de componentes da Apple, e é estranho ver  duas empresas que dependendem tanto uma da outra saindo no tapa assim. Mas não se assustem, crianças! O final da história será o mesmo de sempre: uma empresa multibilionária pagando outra empresa multibilionária uma montanha de dinheiro, que será usado exclusivamente para a compra de privadas de ouro. [gizmodo]

Apple vence i-PAD na justiça e garante nome de seu tablet

disputa entre Golias e Miranda acabou. De um lado, a Apple Brasil e seus iPhones, MacBooks e,claro, o iPad. Do outro, a Transform, empresa que fabrica desfibriladores e tinha registrado um produtochamado i-PAD. Depois dealgumas ameaças e apreensões, a briga judicial terminou a favor da turma de Jobs.

A história era meio maluca, mas tinha lá seu sentido. A Transform registrou um nome parecido antes e viu seus direitos violados. Chegou a dizer que a Apple fazia “pirataria à vontade” com o iPad e apreendeu, com aval da Justiça, alguns aparelhos em seu lançamento, mais especificamente em uma das unidades da Fast Shop. Estava apenas defendendo seu desfibrilador em formato de maletinha.

Agora a Apple conseguiu anular o registro do i-PAD no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual). A Transform irá recorrer, mas achamos difícil que a empresa vença. Ela pede que o iPad pare de circular no país e ainda quer uma indenização pelo uso indevido — o valor ainda não foi estipulado. É, infelizmente não veremos a Apple tendo que mudar o nome do aparelho para Aipéde. Seria divertido, não? [Gizmodo]

 

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