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Android faz sucesso em lugares inesperados

Sabe este aparelho aí da foto, o Huawei Ideos? É um smartphone simples, com Android 2.2, tela de 2,8 polegadas, e câmera de 3,2MP, lançado no Brasil no final do ano passado  e que hoje custa no máximo R$300. E este preço baixo, que se repete ao redor do mundo, está fazendo o aparelho ter sucesso em lugares inesperados: no Quênia, país do leste africano onde 40% da população vive com menos de US$2 por dia, mais de 350.000 pessoas compraram o aparelho.

O Ideos custa cerca de US$80 por lá, e pelo preço baixo ele precisa ter um hardware menos potente. Bem, quando eu o usei na CES, o Android parecia rodar rápido o bastante – é com apps mais pesados que ele pode engasgar um pouco. A duração da bateria parece ser um problema também. Mas são problemas que não impedem o sucesso: assim como no Samsung Galaxy 5, smartphone com Android mais vendido do Brasil, o preço fala mais alto.

E a popularização do Android vem trazendo resultados louváveis: no Quênia, a conferência de empreendedores Pivot25 mostrou os apps para Android mais inovadores feitos no leste africano. O app M-Farm permite que agricultores divulguem os preços e localização dos produtos. Outro app para Android, desenvolvido pela Universidade Makerere, ajuda a diagnosticar doenças nas plantações e a rastrear sua propagação através de crowdsourcing. E o app MedKenya fornece um banco de dados com informações de saúde, e até ajuda a levar o usuário para o hospital mais próximo.

A Biovision, organização suíça sem fins lucrativos, também usa o Android para ajudar na sua jornada contínua de combater a fome e a pobreza utilizando métodos ecológicos e orgânicos. A organização está desenvolvendo um app para Android a ser usado pelos 200 funcionários de campo no Quênia e em outros países no leste africano, para melhorar a ajuda aos agricultores, que hoje resolvem dúvidas através de SMS. E o mais interessante: a Biovision vai subsitituir os notebooks do projeto One Laptop per Child por smartphones com Android, por serem menos volumosos e terem funções como câmera e GPS.

É bom ver que a popularização do Android está trazendo resultados tão positivos, e possibilidades tão interessantes. [gimodo]

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Apps para Android ficarão mais bonitos

“Por que os apps do meu iPhone são mais bonitos que o do Android?” A pergunta foi dirigida a Matias Duarte (foto), diretor de interfaces para o Android, em um debate patrocinado pelo Techcrunch ontem. A resposta veio em forma de outra pergunta: “Por que os sicilianos são mais bonitos que caras de outros lugares?”, o que causou risos na plateia. “A beleza está nos olhos de quem vê”, completou Duarte, dizendo que há programinhas bonitões no mercado do robô. Depois da brincadeira ele de certa forma admitiu o problema, dizendo que o Android era “mais jovem” e que muitas coisas boas virão para os desenvolvedores com o Ice Cream Sandwich.

Duarte chegou ao Google ano passado depois de fazer um excelente trabalho na Palm, onde foi o líder do time de design que fez o WebOS, um SO que não foi pra frente mas tem algumas ideias ótimas. O painel que ele participou no Mobile First Crunchup  era sobre design para mobile, mas é claro que o debate descambou para mais uma edição da guerra “Android x iOS”. As justificativas apresentadas para apps mais bonitos do lado da maçã foram diversas. A mais mencionada foi o fato de o Android ser uma plataforma mais jovem. Jake Mintz, que faz apps que funcionam nos dois sistemas, disse que é mais difícil contratar desenvolvedores para Android, já que há mais gente interessada no iOS.  O convidado Steve Jang, que faz apps para iPhone apenas, tem outra teoria:

“Eu aposto que se você colocar 100 designers em uma sala, haverá mais usuários de Mac e mais usuários de iPhone. A [tendência de apps mais bonitos no iOS] é um reflexo dos usuários da plataforma”, opinou. A explicação pode ser um bocado mais simples, como ficou claro em outros paineis e comentários: é mais fácil desenvolver coisas bonitas para iPhone. O UIKit, biblioteca de funcionalidades e visuais para programação em iOS, é vastamente aplicada e padronizada, e encorajada pela Apple. Os guias de interface para Xcode também. Por isso os ícones, menus e posicionamento dos atalhos nos apps de iOS são muito parecidos. E há, é claro, o fato de que um desenvolvedor para iOS tem que se preocupar menos com variação do hardware que receberá o programa, desafios enfrentados por quem desenvolve para o Android.

Do lado de lá, falta essa consistência na aparência e funcionamento de apps (também presente no Windows Phone 7, por exemplo), mas Duarte disse que a situação vai melhorar um bocado para o lançamento do Android 3.0, vulgo Ice Cream Sandwich, programada para os próximos meses.

Nós estamos tentando fazer um ‘tamanho único’, e existem produtos diferentes para necessidades diferentes. Isto posto, nós sabemos o quão difícil é desenvolver neste ambiente. O Ice Cream Sandwich dá a você muitas ferramentas para ajudar a construir um app que funcione de maneira consistente em uma variedade de tamanhos de tela e formatos. E antes disso nós vamos soltar ferramentas para ajudar os desenvolvedores a focarem e otimizarem seus apps. Nós lançamos recentemente o sistema de APKs múltiplas e para aparelhos específicos.Nós queremos fazer essa transição mais fácil e criar coisas realmente bonitas para o Android.

No fim da discussão, todos concordaram que o mercado de apps para Android em algum momento vai se equiparar ao do iOS, dado o crescimento da plataforma: como há cada vez mais gente usando, deixar de disponibilizar um app bonito no Android será uma oportunidade desperdiçada, que pode custar caro.

Todos os paineis podem ser vistos (em inglês sem legendas, infelizmente) no Techcrunch. Vale gastar um tempinho.[gizmodo]

Google remove aplicativos do Android remotamente por razões de segurança

É engraçado pensar que quando a Apple remove aplicativos da App Store, uma rebelião começa – mas quando o Google remove apps do celular de usuários, apenas algumas reclamações são ouvidas.

O motivo da diferença deve ser porque quando a Apple remove aplicativos, são programas que a empresa não aceita – normalmente aplicativos com algum tipo de controvérsia ou nudez, mesmo que seja um quadrinho baseado no clássico livro Ulisses. Nesse caso, a Apple deixou os donos da HQ editarem as poucas cenas de nudez no aplicativo, mas nem todos têm essa sorte.

Agora, o Chefe de Segurança do Android, Rich Cannings, explicou ao blog Android Developers porque a empresa tem de remover aplicativos do aparelho de vocês.

“Nos casos em que o usuário pode ter instalado um aplicativo malicioso que representa uma ameaça, nós também desenvolvemos tecnologias e processos para remover remotamente aplicativos dos aparelhos. Se um aplicativo for removido dessa forma, o usuário receberá uma notificação em seu celular.”

O sistema surgiu depois que o Google encontrou dois aplicativos gratuitos que “tinham o conteúdo deturpado propositalmente para aumentar o número de downloads, mas eles não foram feitos para serem usados maliciosamente, e não tinham permissão de acessar informações privadas – ou recursos do sistema sem autorização.”

Aparentemente, o publicador do aplicativo (um pesquisador de segurança) removeu por contra própria as duas apps, mas o Google teve de usar seu “sistema para remoção remota” para apagar qualquer rastro de telefones que ainda estavam usando-os. É provável que o Google tenha de usá-lo de novo no futuro, mas eles obviamente agirão rapidamente se eles acreditarem que a segurança dos usuários está em risco. [Android Developers Blogvia Engadget]

[gizmodo]

Isso sim é criatividade com Gadgets

Com certeza você usa o seu gadget para ouvir músicas, mas ainda não usou para criar suas próprias melodias. Pois Cracklin Rosie juntou 1 iPod Touch, 2 dispositivos Android e 2 aparelhos Windows Mobile.

O resultado você vê no vídeo a seguir.

[guanabara.info]

App oficial do Twitter está chegando para Android

Evan Williams, CEO do Twitter, confirmou que um app oficial do Twitter será disponibilizado para dispositivos com Android. Não se sabe se teremos um app novo ou uma versão portada do recém-adquirido Tweetie
fonte:
gizmodo

Samsung Galaxy S: Android, tela AMOLED, processador de 1GHz e mais

A Samsung exibiu na CTIA Wireless 2010 os detalhes do Galaxy S, novo smartphone da empresa: ele tem processador de 1GHz, tela Super AMOLED de 4 polegadas, Android e muitas funções.

Além da potência na tela e no processador, o Galaxy S também tem serviços avançados baseados em localização, além de vir com o Layar Reality Browser, que permite conteúdo em realidade aumentada. Ele roda Android 2.1, tem câmera de 5 megapixels, toca vídeos em HD (720p), e tem até 16GB de memória interna. Fora que este celular tem um belo visual:

O Galaxy S marca o foco renovado da Samsung na tela, velocidade e conteúdo. Isto significa telas “Super AMOLED” que com 20% mais brilho e que refletem 80% menos, e que consomem 20% menos da bateria.

fonte: gizmodo

[Exclusivo] Flagramos os novos Androids da Motorola no Brasil. Mais baratos, à venda em breve

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