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Professores ainda sabem menos sobre internet que os alunos

Os computadores e a internet hoje permeiam nossas vidas, mas esta é uma mudança relativamente recente, então é de se esperar que os jovens se virem melhor que os mais velhos. Hoje, no entanto, essa desculpa não cola. Pior: as escolas ainda mal usam o computador na sala de aula. É o que diz uma nova pesquisa do Cetic.br.

Segundo a pesquisa, 64% dos professores entrevistados acreditam que os alunos sabem mais sobre computador e Internet do que eles próprios. E isso mesmo que 90% dos professores tenham computador e 81% tenham internet em casa: dentre os alunos entrevistados, apenas 54% têm computador e 44% têm internet em casa. O Ministério da Educação tem um programa de capacitação para o uso do computador, mas não há um plano para incorporar o computador às aulas. Apenas 4% das salas de aula têm computador.

Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Pedagógicos do Ministério da Educação, diz à Agência Brasil que o computador pode ser melhor aproveitado através do Programa Um Computador por Aluno, que financia laptops de baixo custo para alunos de escola pública. Entre os professores que têm laptop, 41% o levam para a escola; quanto aos alunos, a porcentagem é bem mais baixa – apenas 10%. Gotti sugere até o uso de tablets, mas esta parece ser uma realidade mais distante.

Ao que parece, o uso da internet e do computador na escola fica mais restrito aos laboratórios de informática, presentes em 81% das escolas. A pesquisa entrevistou 1.500 professores e quase 5.000 alunos de 497 escolas, boa parte da rede pública, e está disponível no link a seguir. TIC Educação

[gizmodo]

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O que Google+ realmente faz?

Eu normalmente sou sempre o primeiro a me empolgar pelas novidades tecnológicas, particularmente as do Google. Até hoje uso o Buzz, por exemplo. E o Wave? Ainda penso que talvez este fosse um mundo digital melhor se ele tivesse realmente substituído o email, como era a ambição inicial. Sério. Sendo assim, é óbvio que os meus olhos brilham ao usar o novíssimo e reluzente Google+. Mas pouco tempo depois, me perguntei se esse brilho não iria rapidamente se perder junto com o cheirinho de rede social nova. Porque, quando fecho os olhos e penso bem, chego à conclusão que o Google+ não serve para muita coisa.

Você pode entrar no Google+ e compartilhar coisas com seus amigos. Ou com a sua família. Ou pode compartilhar coisas específicas com aquele seu sub-grupo extremamente específico de amigos que curte jogos de tabuleiro, dança árabe ou cervejas importadas. A cada uma dessas coisas compartilhadas você pode receber elogios não-verbais (os +1), que sempre fazem bem para o ego, e, se tiver sorte, pode gerar algumas discussões interessantes.

Também dá para compartilhar umas fotos daquela sua viagem para o interior, quando você fez uma trilha com uns amigos loucos para escalar uma montanha motherfucking enorme. Caso esses amigos estejam online, você pode conversar com eles, inclusive por vídeo. E, no Sparks, se tudo der certo (essa parte do + ainda está em desenvolvimento) você poderá incluir “montanhismo”, “jogos de tabuleiro”, “cerveja” e “dança” aos seus interesses para receber automaticamente algumas novidades sobre os assuntos.

É muito bom, não é?

É, e não é.

Para quem não está tão acostumado com redes sociais mais avançadas, o fato disso tudo estar junto, num mesmo pacote, relativamente integrado e suficientemente fácil de usar, pode significar um maior número de pessoas usando a internet para algo além de email-orkut-site-de-notícias. Isso é obviamente bom.

Mas eu sinto que eu, que já navego por algum tempo e já trafego com desenvoltura por essa cidade bizarra que é a Internet (embora evite passar perto daquele bairro 4chan à noite, por precaução), não tenho muito o que fazer no Google+. Tudo que eu posso fazer com ele eu também posso fazer, e melhor, com outras ferramentas que já existem, e que eu já uso há mais tempo.

Em especial o conceito de Círculos, que parece ser considerado o maior destaque do serviço, me soa uma maneira inorgânica, “forçada”, de atingir um estado que ocorre organicamente quando você pensa que a internet inteira – e não apenas o Facebook, o Flickr, o Twitter, o Instagram etc – é uma rede “social”.

Imagine uma rua. De um lado dela, você vê uma biblioteca grande, com visual neutro e pessoas silenciosas, emprestando todos os tipos de livros. Do outro lado, você vê infinitas bibliotecas menores, mais parecidas com “cafés literários”, cada uma especializada em um assunto. Aqui só se empresta livros de arte, ali só se empresta romances europeus, naquela outra meio mal-iluminada você vai perder tempo se entrar querendo qualquer coisa que não seja um suspense, e tá vendo aquele pessoal ali com camiseta do Gizmodo? Eles estão na frente do lugar onde você só encontra quadrinhos e livros sobre cultura digital.

De que lado da rua você pegaria seus livros? Se você pensar, a nossa grande biblioteca já contém todas as pequenas livrarias. Eu fico lá.

Saindo da metáfora, voltemos para o mundo da internet. Se eu quero compartilhar fotos, tenho ultimamente usado o Instagram (poderia ser o Flickr, o 500px, ou mesmo o Facebook, ou sei lá). Todo mundo que está no Instagram comigo se interessa minimamente por fotografia. Por que eu preciso entrar no Google+, criar um Círculo chamado “Fotografia” e repassar a minha lista de centenas de contatos do Gmail adicionando dezenas de pessoas – algumas das quais eu nem sequer tenho certeza se gostam de fotografia mesmo ou se só comentaram numa foto minha por educação ou porque estavam com tendências particularmente procrastinatórias no dia – se o Instagram já é um círculo de pessoas interessadas por fotografia?

Qualquer que seja o seu interesse, você muito provavelmente encontrará um site, ou uma comunidade, ou um grupo do Facebook, onde discutir isso (inclusive com os seus amigos, se você os convidar – e se eles realmente se interessam pelo assunto, eles aceitarão o convite). Não é necessário forjar um espaço genérico para isso dentro do Google+. A ferramenta do Google quer de alguma forma centralizar todos esses mil espaços, mas eu teria que refundá-los. Faz sentido?

O recurso de videochat em grupo (Hangouts) do Google+ é provavelmente a parte mais divertida do serviço, e uma que eu me vejo usando com alguma frequência. Mas quem pensa que isso é alguma novidade não tem os mesmos amigos que eu, que frequentemente se reúnem no Skype, cada um da sua casa, para falar bobagem enquanto assistem algum jogo na TV ou evento na internet. Não é por vídeo, verdade, mas a comunicação está lá – além do mais, quem vai querer ver a minha cara enquanto fala sobre algo que está acontecendo na TV? Você vai querer olhar para o evento, não para o interlocutor. E mesmo se no fim das contas você achar que este é um recurso matador, não acredite que estará confinado ao Google+. A “grande novidade” do Facebook para os próximos dias parece girar em torno disso, e a Microsoft comprou o Skype, podendo fazer um bocado com a tecnologia e sua base de usuários.

Ainda há um outro recurso “novo” do Google+, que precisa de um bocado de desenvolvimento, o “Sparks”. Nele, é possível buscar  as notícias mais relevantes (ou teoricamente, porque por enquanto ele é péssimo) sobre determinado assunto. Os argumentos contra ele são, para mim, os mesmos: o recurso não traz nenhum resultado a que você não chegaria organicamente assinando alguns sites no seu Google Reader e prestando atenção ao que os seus amigos compartilham sobre os assuntos que você gosta para descobrir sites novos para acompanhar seus interesses.

Não sei se é assim com todo mundo (imagino seja o caso da maioria), mas 99% das vezes em que eu compartilho um link eu estou em uma dessas duas situações:

1) eu gostei desse link e quero que o maior número possível de pessoas o veja;
2) eu gostei desse link e lembrei de uma ou duas pessoas específicas que também gostariam dele, portanto quero compartilhar especificamente com elas.

A situação número 1 é o caso de um compartilhamento público no Facebook e/ou Twitter, locais onde temos uma audiência maior. Para o número 2, ainda não existe opção melhor que o bom e velho email. Enquanto eu pensava em quais Círculos montar no Google+, e em quais pessoas incluir em cada um deles, eu também pensava em que tipo de conteúdo em compartilharia em cada um deles. É difícil pensar nisso. Não consegui. Por que eu tenho que separar?

Foi então que eu decidi que eu provavelmente não usarei o Google+. Estou lá, vou entrar de vez em quando para ver o que os meus amigos e as pessoas interessantes com que eu mantenho contato estão compartilhando, vou participar de algumas discussões, mas quando quiser de fato compartilhar alguma coisa relevante para mim com quem é relevante para mim, eu vou procurar o local mais relevante para fazer isso. E, a não ser que eu me descubra muito errado nas próximas semanas, não vai ser no Google+. [gizmodo]

Você é um pirata?

Palestra feita na ultima CParty

[Brasil]Governo dá o primeiro passo para diminuir impostos sobre tablets

computadoresfabricados no Brasil têm tributação diferenciada, e uma medida provisória coloca os tablets na mesma categoria. Mas ainda faltam algumas coisas para vermos o preço das tábuas realmente cair nas lojas.

Na prática, a MP altera esta lei aqui de 2005, e reduz a zero o PIS/Cofins “incidentes sobre a receita bruta de venda a varejo” dos tablets que tiverem sido fabricados aqui (atualmente é 9,25%) – além de incluir a informação na nota fiscal.  Aos tributaristas de plantão, aqui está a (curta) MP publicada hoje no DO:

MEDIDA PROVISÓRIA No534, DE 20 DE MAIO DE 2011

Altera o art. 28 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, para incluir no Programa de Inclusão Digital  Tablet PC produzido no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Art. 1o O art. 28 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 28. ……………………………………………………………………..

VI – máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm2(Tablet PC), classificadasna subposição 8471.41 da Tipi, produzidas no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo
………………………………………………………………………………….

§ 4º Nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadistae pelo varejista relativas à venda dos produtos de que trata oinciso VI do caput, deverá constar a expressão “Produto fabricadoconforme processo produtivo básico”, com a especificação do atoque aprova o processo produtivo básico respectivo.” (NR)

Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 20 de maio de 2011; 190º da Independência e 123º da República.

Note que o tamanho (140 cm2) exclui coisas como o Dell Streak, de 5” e basicamente estabelece o mínimo de tablets em 7 polegadas, como o Galaxy Tab. Ainda faltam ser publicadas portarias do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Trabalho para enquadrar definitivamente os tablets no “Processo Produtivo Básico”, eliminando ainda mais tributos para as coisas made in brazil e estabelecendo prazos para a nacionalização dos eletrônicos. No início, tablets precisarão apenas de algo como 25% das peças feitas aqui para ganhar a desoneração. Mas em 2015 um tablet tem de ser quase 80% nacional para pagar menos tributos.

Quanto isso vai afetar o preço? O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, fala em redução de 36%. Alguns tributaristas falam em 30%. De todo modo, as mudanças não deverão impactar o preço nos próximos 3 meses pelo menos, já que os tablets mais desejados, como o iPad 2 e o vindouro Galaxy Tab 10.1 são fabricados lá fora – por enquanto.

Nós achamos muito cedo fazer qualquer previsão sobre a queda real de preços – note que, mesmo com todos os benefícios fiscais, netbooks feitos no Brasil ainda custam o dobro do equivalente americano – e estamos investigando com fabricantes e varejistas para apurar a real redução. Espere um guia aqui tirando todas as dúvidas quando o governo acabar de lançar o “pacotão pró tablets”.[gizmodo]

[Absurdo]Comprou notebook e recebeu dois pacotes de miojo

O que é pior: comprar em uma loja virtual obscura que não entrega seus produtos  ou desembolsar R$1.200 em uma loja famosa e receber dois pacotes de macarrão instantâneo no lugar? A pobre servidora pública Maria Luiza Ferreira queria comprar um notebook de presente para sua mãe, mas terá que se contentar com uma deliciosa macarronada de seis minutos.

O caso foi revelado pela CBN e confirmado pelo Submarino. Maria comprou um notebook por R$1.200 em uma promoção do site e chegou a receber a encomenda antes do combinado. Feliz da vida, abriu a caixa e deu de cara com dois pacotes de macarrão instantâneo — como se não bastasse toda a desgraça, eles sequer são os originais, da Nissin Lamen.

Ela prontamente ligou para o suporte do Submarino que, provavelmente surrealizada com as informações, não soube dizer ao certo o que a cliente deveria fazer. A devolução chegou a ser uma opção, mas será que Luiza resistiu e não abriu os pacotinhos? Pela foto, trata-se da versão de galinha, uma das opções com sabor mais marcante e toques refinados de tempero da terra.

No fim das contas, o Submarino disse à CBN que teve um problema operacional, prometeu resolver o caso, mas provavelmente a mãe de Luiza não terá seu notebook até domingo. Mas ela ganhará um almoço imperdível, sem dúvida. Aliás, fica a maior dúvida de todo o caso: quem compra dois pacotes de miojo pelo Submarino?

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Rede social corporativa ajuda na retenção de talentos e na troca de conhecimento

 Plataforma de aprendizagem colaborativa permite a gestores e profissionais da área de recursos humanos conhecerem melhor a linguagem e às necessidades da geração Y. B2Learn já vem sendo utilizado por grandes empresas para integrar os públicos, mediar relações e fornecer troca de informações relevantes para o crescimento da empresa

 Com tantos estímulos externos e acesso à informação, treinar, integrar e manter boas equipes no ambiente corporativo não é das tarefas mais fáceis. A situação se complica ainda mais quando se trata de profissionais da geração Y. Os integrantes desta geração já estão com 30 anos e ainda têm mudado conceitos e quebrado paradigmas principalmente no que diz respeito a rígidos controles hierárquicos e a ambientes de trabalho inflexíveis.

 Mas o ambiente corporativo também está mudando e muitas vezes cedendo às necessidades desse grupo que garante resultados, mas espera mais que pagamento no fim do mês. Reconhecimento, crescimento profissional e liberdade são as características da geração Y, que faz do mercado de trabalho seu habitat e espera sempre mais dos empregadores.

 Para esse público, informação e aprendizado precisam vir de forma ágil, simples e integrada. Adeptos a novas tecnologias, valorizam a troca de conhecimento e as relações sociais como poucos. Desafio para os recrutadores e gestores de recursos humanos que têm se desdobrado para conseguir os canais de comunicação mais eficientes para conquistar e reter esses profissionais.

 Um modelo que vem sendo utilizado por grandes empresas como Itaú Cultural e Banco Santander com sucesso é o B2Learn. Uma ferramenta de aprendizagem social e colaborativa criada para proporcionar aos jovens uma forma de aprendizado diferente e com atrativo suficiente para reter talentos e integrar equipes de trabalho.

 “O B2Learn foi criado para suprir a falta de engajamento e motivação dos profissionais com os e-learnings hoje disponíveis no mercado, principalmente pelo público jovem. A solução proposta é uma ferramenta de aprendizagem social junto com um time de especialistas para ajudar a programar, gerir e mensurar programas de aprendizagem colaborativa”, aponta o fundador da Zaine, empresa desenvolvedora do B2Learn, Wilton Pinheiro.

Como funciona o B2Learn

O B2Learn engloba uma rede social corporativa, aos moldes do Facebook, na qual as pessoas se reconhecem virtualmente e criam conexões e, com isso, geram maior engajamento.

 As salas virtuais reúnem usuários em torno de temas e é onde as pessoas podem compartilhar conhecimentos. O profissional, seja ele estagiário ou trainee, se torna parte da instituição, sendo ativo e relevante, o que gera maior motivação e retenção.

 Além disso, o B2Learn oferece o serviço de gestão colaborativa: profissionais da Zaine fazem a gestão da ferramenta, visando aplicar metodologias de estímulo, criar relatórios e gerenciar a convergência das discussões.

 O sistema utiliza ferramentas síncronas como assíncronas. Entre as síncronas, os principais destaques são as de bate-papo e vídeo online (transmissão de cursos ao vivo, por exemplo). Entre as assíncronas, fórum, wiki e blog.

 A ferramenta dispõe de alta flexibilidade para customizações a um baixo custo e é desenvolvida pelo modelo de Software-as-a-Service (Software como Serviço).

 A Zaine

A Zaine foi criada, em 2008, a partir da união entre os engenheiros de computação Wilton Pinheiro e Daniel Madruga. Ambos graduaram-se na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 O B2Learn é um produto da Zaine Software, empresa que trabalha no mercado de gestão e transmissão do conhecimento. A Zaine tem como objetivo principal disponibilizar soluções inovadoras e customizadas a cada um de seus clientes, sempre focando em qualidade na prestação de serviços, sejam eles em consultoria ou na disponibilização de sistemas.

MATERIAIS DE APOIO

·         Site do B2Learn: http://www.b2learn.com.br/

·         Blog do B2Learn: http://www.blog2learn.com.br/

[por: Leitora Vania]

Qual a receita de um bom blog?

Apesar dos “visionários” que afirmam que o blog morreu (e com isso ganham grande audiência em seus blogs) e da concorrência saudável com mídias mais recentes, acredito que ainda há muito a se escrever no formato blog.

Gosto muito de tropeçar em um novo blog que mereça ser seguido ou guardado nos favoritos, mas isso é cada vez mais raro.

Ao mesmo tempo, todos os dias muitas ideias boas chegam a este formato pelas mãos de autores criativos e preparados mas que infelizmente recebem e seguem conselhos errados, como fixar-se inicialmente em cativar os robôs dos sites de busca (SEO, monetização, etc.), guiar-se pelos números desde o princípio ou imitar o que já está sendo bem feito em outro blog (embora alguma atenção às duas primeiras dicas sejam úteis após um certo momento de maturidade).

Uma visão pessoal

Eu estou nesta estrada desde 1996 (antes mesmo do termo blog se consolidar) com o BR-Linux que, somado ao Efetividade consegue, num bom dia, atrair cerca de 50.000 visitas – e continuo acreditando que o que atrai o leitor é o conteúdo, e não a embalagem ou a tecnologia usada na exibição.

Quando estava criando o Efetividade, há cerca de 5 anos, contei com os conselhos de Merlin Mann, criador do blog 43 Folders (que me inspirou a criar este blog que você está lendo), que um pouco depois publicou uma pequena lista dizendo o que faz um bom blog, na opinião dele – e não era nada sobre SEO ou sobre reproduzir modelos, mas sim sobre servir de canal para a curiosidade do próprio autor e estabelecer uma relação positiva com o leitor.

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Apple vence i-PAD na justiça e garante nome de seu tablet

disputa entre Golias e Miranda acabou. De um lado, a Apple Brasil e seus iPhones, MacBooks e,claro, o iPad. Do outro, a Transform, empresa que fabrica desfibriladores e tinha registrado um produtochamado i-PAD. Depois dealgumas ameaças e apreensões, a briga judicial terminou a favor da turma de Jobs.

A história era meio maluca, mas tinha lá seu sentido. A Transform registrou um nome parecido antes e viu seus direitos violados. Chegou a dizer que a Apple fazia “pirataria à vontade” com o iPad e apreendeu, com aval da Justiça, alguns aparelhos em seu lançamento, mais especificamente em uma das unidades da Fast Shop. Estava apenas defendendo seu desfibrilador em formato de maletinha.

Agora a Apple conseguiu anular o registro do i-PAD no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual). A Transform irá recorrer, mas achamos difícil que a empresa vença. Ela pede que o iPad pare de circular no país e ainda quer uma indenização pelo uso indevido — o valor ainda não foi estipulado. É, infelizmente não veremos a Apple tendo que mudar o nome do aparelho para Aipéde. Seria divertido, não? [Gizmodo]

 

Por que o iPhone 4 branco só chegará em julho

De acordo com uma nota oficial da Apple, a razão para os americanos não verem iPhones 4 brancos nas lojas a partir de amanhã é que eles “provaram ser mais desafiadores de se fabricar do que o esperado”, e só chegarão no meio de julho. E os leitores do Giz explicam a razão.

A nota da Apple, que pouco explicou, só dizia que existia uma dificuldade. Porém, dois comentaristas do Giz americano ajudaram a entender o motivo. Primeiro, um designer confirmou que o processo de fabricação do iPhone 4 branco é mais difícil do que a versão preta:

“O processo para fazer a parte de trás do vidro ficar preta é um processo de eletroformação. Isso cria um acabamento bem resistente e duradouro, além de suave. Para fazê-lo ficar branco, é preciso pintar a parte de trás do vidro com tinta branca. É difícil criar um efeito suavemente opaco com o branco. Além disso, se a pintura branca ficar muito grossa é difícil colá-la no vidro, porque a cola vai prender na tinta, mas a tinta não vai ficar no vidro.”

Porém, depois, um possível funcionário da Apple, que preferiu anonimato, parece ter explicado de vez o problema em outro comentário:

“Na verdade o iPhone branco não é pintado, ele é impresso. Eu não posso dizer quem eu sou por causa do acordo de não divulgação da Apple, mas: as especificações de cor para o branco no novo iPhone são simplesmente malucas. A tolerância que eles estão tentando atingir com o branco é o verdadeiro motivo para o atraso. Como a impressão não é tão controlável, ela não tem a tolerância que a Apple queria para sua especificação de cor. “

[gizmodo]

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