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Galaxy S II ultrapassa a linha dos 10 milhões de aparelhos vendidos

Nós já falamos faz tempo, mas os números estão aqui para confirmar que o Galaxy S II, da Samsung, é o rei dos Androids em 2011. A empresa coreana anunciou que 10 milhões de aparelhos já foram comercializados. E o número dobrou em apenas dois meses.

Veja bem, 10 milhões de aparelhos vendidos é, para um smartphone  que sequer chegou ainda a alguns países, uma marca de respeito. Mas o número ainda está longe dos 20 milhões de iPhones vendidos no segundo trimestre. O que mais surpreende nos novos números é o boom dos últimos meses: até o fim de julho, o número era de 5 milhões de unidades. Em oito semanas, a Samsung colocou 5 milhões de Galaxy S II no bolso de seus clientes. E vale lembrar que o aparelho chegou recentemente aos EUA.

Com números altos dos dois lados, processos por quebra de patentes em diversos países e fim da relação até então amistosa, acredito que já podemos dizer que o mundo móvel tem uma nova e clara polarização entre duas empresas.

[gizmodo]

Galaxy S II, da Samsung, tem a GPU mais poderosa de todos os Androids (ATUALIZADO)

O Anandtech fez uma série de testes de benchmark com o Galaxy S II e descobriu que a GPU quad-core Mali-400, embutida no chipset EXYNOS, não é só poderosa. Ela é quase duas vezes mais rápida do que qualquer aparelho com Android — seja tablet ou smartphone.

O Galaxy S II foi testado usando o GLBenchmark 2.1, e marcou 42.5 pontos. Para efeito de comparação, o Samsung Infuse 4G marcou 25.5 pontos, enquanto o Galaxy Tab 10.1 atingiu apenas 20.8 pontos. O iPad 2, da Apple, que roda o chipset mais recente da empresa, anotou 85.7 pontos. Confira todos os números no [AnandTech].

UPDATE:  Não há nada de “nova versão do Galaxy S II”; os testes do AnandTech foram feitos com o mesmo S II vendido no Brasil. Ou seja, você que achou que se deu mal por ter comprado o aparelho, pode comemorar: você tem no bolso o Android mais poderoso do mundo (em termos de GPU).

[gizmodo]

Galaxy Tab 7.7 é a evolução do formato

Apesar de contar com vários modelos, o mundo dos tablets de 7 polegadas não foi muito empolgante até agora. Além do Galaxy Tab original, que fez relativo sucesso por ser o primeiro tablet decente com Android, soluções como o Flyer, da HTC, não empolgaram muita gente. Mas isso pode mudar se você tiver em mãos um aparelho com resolução HD na tela, Android 3.2 e peso ínfimo. Veja o que achamos do Galaxy Tab 7.7, anunciado na IFA, em Berlim.

Seguindo o padrão recente de aparelhos da empresa coreana, o Tab 7.7 faz parte da geração anoréxica. Mesmo ganhando 0,7 polegadas em relação ao seu antecessor, o tablet é extremamente fino (7,89mm, ou 3,1mm a menos do que o Tab original) e leve (335 gramas, redução de 45g). Pela leveza, não é exagero dizer que ele lembra um Kindle em termos de mobilidade e facilidade em ficar horas com o tablet erguido em frente aos olhos. É até difícil pensar como eles colocaram uma bateria de 5100mAh nesse corpinho. A parte de trás leva um aço escovado de bom gosto e acabamento.

Ao destravar a tela, é possível entender por que a Samsung fez questão de frisar que o Tab 7.7 é o primeiro tablet com tela Super AMOLED Plus do mundo. Pense na tela do Galaxy S II. Aumente-a bastante. Estique também sua resolução, ultrapassando o marco do HD e chegando aos 1280 por 800 pixels. O resultado é espetacular, para dizer o mínimo: as imagens são extremamente ricas, as cores pulam da tela e é preciso muito esforço — leia-se colar o tablet no olho — para reparar em pixels aparentes.

Felizmente a Samsung evoluiu o Tab 7.7 também na parte de software. Agora, em vez de emular a versão do sistema para smartphones, o que limitava seu uso, o aparelho vem com Honeycomb — em sua versão 3.2, otimizada especialmente para tablets de 7 polegadas. Além disso, há a modificação TouchWiz, e novamente a empresa não decepcionou, adicionando widgets interessantes e pouco incômodos e soluções boas para usuários menos avançados. E com processador de 1,4 GHz e memória de 1GB, não há skin que diminua a velocidade do aparelho.

Em um primeiro passeio pelo aparelho, a conclusão é que a Samsung conseguiu criar um aparelho muito interessante e manter viva a chama dos tablets de sete polegadas. A adição de tela é muito bem-vinda, já que há pixels de sobra na tela de AMOLED, e usá-lo para leitura deve ser uma belezinha. Resta saber por quanto e quando ele chegará ao Brasil — no passado, nós já vimos algum futuro para o Flyer, da HTC, mas seu preço diminuiu todas as esperanças. Mas, se você tem um Galaxy Tab no Brasil e ama seu brinquedinho, o Tab 7.7 pode ser a atualização que você esperava — sem televisão ou capacidade de celular, mas muito mais funções e beleza de um tablet de verdade.

UPDATE: Algo bem estranho aconteceu no estande da Samsung: após dois dias exibindo o Galaxy Tab 7.7, a empresa removeu hoje todos os aparelhos e qualquer menção da existência do tablet, exatamente no dia de maior movimento da feira. Agora, só o Galaxy Note e o Wave 3 estão exibidos. É como se o produto não tivesse existido — é o que os usuários imaginam.

O This Is My Next explica que o problema pode ter a ver com a proibição que a Samsung recebeu na Alemanha — terra da IFA — de venda do Galaxy Tab 10.1, após processo da Apple. O tablet maior, inclusive, sequer figura no galpão da empresa coreana, nem seu irmão menor, o 8.9 — ambos podem ser encontrado no estande do lado, o da Vodafone, que está recheado de Galaxy Tabs. O problema provavelmente só afetará o mercado europeu e ele deve chegar ao Brasil sem problemas, mas o caso mostra que o problema é maior do que parece: a Samsung foi obrigada a retirar seus produtos de uma feira que recebe mais de 150 mil pessoas.

* O Gizmodo Brasil viajou para Berlim a convite da Philips. Agradecimentos a Samsung pela câmera NX100 que registra a viagem.

[gizmodo]

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