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Quanto cobrar?

Eis a questão que pega a todos os web-designers, QUANTO COBRAR?
Existem algumas questões “cretinas” que são feitas por todas as pessoas a um profissional da web, como por exemplo:

  • Você faz site?
  • Um site simples
  • Com um link e umas páginas da empresa
  • com uma animação em flash.

São tipos de perguntas que acabam sendo chatas, influenciando um trabalho bem feito de um profissional, independente da profissão.

Vejão a palestra de Sandro Reiller no Instituto Infnet.

Cliquem aqui para assistir o video.

O que Google+ realmente faz?

Eu normalmente sou sempre o primeiro a me empolgar pelas novidades tecnológicas, particularmente as do Google. Até hoje uso o Buzz, por exemplo. E o Wave? Ainda penso que talvez este fosse um mundo digital melhor se ele tivesse realmente substituído o email, como era a ambição inicial. Sério. Sendo assim, é óbvio que os meus olhos brilham ao usar o novíssimo e reluzente Google+. Mas pouco tempo depois, me perguntei se esse brilho não iria rapidamente se perder junto com o cheirinho de rede social nova. Porque, quando fecho os olhos e penso bem, chego à conclusão que o Google+ não serve para muita coisa.

Você pode entrar no Google+ e compartilhar coisas com seus amigos. Ou com a sua família. Ou pode compartilhar coisas específicas com aquele seu sub-grupo extremamente específico de amigos que curte jogos de tabuleiro, dança árabe ou cervejas importadas. A cada uma dessas coisas compartilhadas você pode receber elogios não-verbais (os +1), que sempre fazem bem para o ego, e, se tiver sorte, pode gerar algumas discussões interessantes.

Também dá para compartilhar umas fotos daquela sua viagem para o interior, quando você fez uma trilha com uns amigos loucos para escalar uma montanha motherfucking enorme. Caso esses amigos estejam online, você pode conversar com eles, inclusive por vídeo. E, no Sparks, se tudo der certo (essa parte do + ainda está em desenvolvimento) você poderá incluir “montanhismo”, “jogos de tabuleiro”, “cerveja” e “dança” aos seus interesses para receber automaticamente algumas novidades sobre os assuntos.

É muito bom, não é?

É, e não é.

Para quem não está tão acostumado com redes sociais mais avançadas, o fato disso tudo estar junto, num mesmo pacote, relativamente integrado e suficientemente fácil de usar, pode significar um maior número de pessoas usando a internet para algo além de email-orkut-site-de-notícias. Isso é obviamente bom.

Mas eu sinto que eu, que já navego por algum tempo e já trafego com desenvoltura por essa cidade bizarra que é a Internet (embora evite passar perto daquele bairro 4chan à noite, por precaução), não tenho muito o que fazer no Google+. Tudo que eu posso fazer com ele eu também posso fazer, e melhor, com outras ferramentas que já existem, e que eu já uso há mais tempo.

Em especial o conceito de Círculos, que parece ser considerado o maior destaque do serviço, me soa uma maneira inorgânica, “forçada”, de atingir um estado que ocorre organicamente quando você pensa que a internet inteira – e não apenas o Facebook, o Flickr, o Twitter, o Instagram etc – é uma rede “social”.

Imagine uma rua. De um lado dela, você vê uma biblioteca grande, com visual neutro e pessoas silenciosas, emprestando todos os tipos de livros. Do outro lado, você vê infinitas bibliotecas menores, mais parecidas com “cafés literários”, cada uma especializada em um assunto. Aqui só se empresta livros de arte, ali só se empresta romances europeus, naquela outra meio mal-iluminada você vai perder tempo se entrar querendo qualquer coisa que não seja um suspense, e tá vendo aquele pessoal ali com camiseta do Gizmodo? Eles estão na frente do lugar onde você só encontra quadrinhos e livros sobre cultura digital.

De que lado da rua você pegaria seus livros? Se você pensar, a nossa grande biblioteca já contém todas as pequenas livrarias. Eu fico lá.

Saindo da metáfora, voltemos para o mundo da internet. Se eu quero compartilhar fotos, tenho ultimamente usado o Instagram (poderia ser o Flickr, o 500px, ou mesmo o Facebook, ou sei lá). Todo mundo que está no Instagram comigo se interessa minimamente por fotografia. Por que eu preciso entrar no Google+, criar um Círculo chamado “Fotografia” e repassar a minha lista de centenas de contatos do Gmail adicionando dezenas de pessoas – algumas das quais eu nem sequer tenho certeza se gostam de fotografia mesmo ou se só comentaram numa foto minha por educação ou porque estavam com tendências particularmente procrastinatórias no dia – se o Instagram já é um círculo de pessoas interessadas por fotografia?

Qualquer que seja o seu interesse, você muito provavelmente encontrará um site, ou uma comunidade, ou um grupo do Facebook, onde discutir isso (inclusive com os seus amigos, se você os convidar – e se eles realmente se interessam pelo assunto, eles aceitarão o convite). Não é necessário forjar um espaço genérico para isso dentro do Google+. A ferramenta do Google quer de alguma forma centralizar todos esses mil espaços, mas eu teria que refundá-los. Faz sentido?

O recurso de videochat em grupo (Hangouts) do Google+ é provavelmente a parte mais divertida do serviço, e uma que eu me vejo usando com alguma frequência. Mas quem pensa que isso é alguma novidade não tem os mesmos amigos que eu, que frequentemente se reúnem no Skype, cada um da sua casa, para falar bobagem enquanto assistem algum jogo na TV ou evento na internet. Não é por vídeo, verdade, mas a comunicação está lá – além do mais, quem vai querer ver a minha cara enquanto fala sobre algo que está acontecendo na TV? Você vai querer olhar para o evento, não para o interlocutor. E mesmo se no fim das contas você achar que este é um recurso matador, não acredite que estará confinado ao Google+. A “grande novidade” do Facebook para os próximos dias parece girar em torno disso, e a Microsoft comprou o Skype, podendo fazer um bocado com a tecnologia e sua base de usuários.

Ainda há um outro recurso “novo” do Google+, que precisa de um bocado de desenvolvimento, o “Sparks”. Nele, é possível buscar  as notícias mais relevantes (ou teoricamente, porque por enquanto ele é péssimo) sobre determinado assunto. Os argumentos contra ele são, para mim, os mesmos: o recurso não traz nenhum resultado a que você não chegaria organicamente assinando alguns sites no seu Google Reader e prestando atenção ao que os seus amigos compartilham sobre os assuntos que você gosta para descobrir sites novos para acompanhar seus interesses.

Não sei se é assim com todo mundo (imagino seja o caso da maioria), mas 99% das vezes em que eu compartilho um link eu estou em uma dessas duas situações:

1) eu gostei desse link e quero que o maior número possível de pessoas o veja;
2) eu gostei desse link e lembrei de uma ou duas pessoas específicas que também gostariam dele, portanto quero compartilhar especificamente com elas.

A situação número 1 é o caso de um compartilhamento público no Facebook e/ou Twitter, locais onde temos uma audiência maior. Para o número 2, ainda não existe opção melhor que o bom e velho email. Enquanto eu pensava em quais Círculos montar no Google+, e em quais pessoas incluir em cada um deles, eu também pensava em que tipo de conteúdo em compartilharia em cada um deles. É difícil pensar nisso. Não consegui. Por que eu tenho que separar?

Foi então que eu decidi que eu provavelmente não usarei o Google+. Estou lá, vou entrar de vez em quando para ver o que os meus amigos e as pessoas interessantes com que eu mantenho contato estão compartilhando, vou participar de algumas discussões, mas quando quiser de fato compartilhar alguma coisa relevante para mim com quem é relevante para mim, eu vou procurar o local mais relevante para fazer isso. E, a não ser que eu me descubra muito errado nas próximas semanas, não vai ser no Google+. [gizmodo]

Twitter invade ainda mais as buscas do Google

O Google vem dando toques sociais em seu sistema de busca desde 2009, mas hoje a empresa levou ainda mais a sério o papo de resultados sociais. Procurando uma notícia de última hora? O resultado mostrará quais de seus amigos tuitaram sobre. Planejando uma viagem? O Google irá mostrar o que seus amigos postaram sobre seu destino, e quais fotos relevantes eles colocaram eu suas contas do Flickr. O sistema só funciona se você estiver logado na conta do Google, claro.
Tudo isso parece bacana, até você perceber quem não participa da brincadeira: o Facebook. Enquanto o rei das redes sociais continuar de papo com o Bing, a busca social do Google não será completa. [gizmodo]

Os melhores SSDs por até US$ 150

O preço alto sempre foi um grande obstáculo para a adoção de qualquer tecnologia, e com os SSDs não tem sido diferente.

Eles já evoluíram bastante desde a primeira geração, que sofria de lentidões severas, mas os drives de estado sólido ainda estão longe de substituir as formas mais tradicionais de armazenamento. Isso é facilmente explicado pela diferença de custo por gigabyte.

Recentemente tem havido uma demanda grande por drives que sacrificam espaço por velocidade e que tenham preços mais em conta, e os fabricantes têm corrido para providenciar isso. A opção mais barata do nosso teste anterior, há mais de um ano, veio da OCZ. O OCZ Agility de 120GB custava US$ 270, quase o dobro do limite de US$ 150 que impomos para este artigo.

Mesmo com esta limitação de preço, desta vez conseguimos incluir mais de meia dúzia de opções, de controladores como JMicron, Intel, Toshiba, SandForce e Indilinx. Apesar de haver uma boa diversidade nos controladores usados por estes SSDs acessíveis, em uma coisa eles se parecem: uma capacidade de armazenamento mais limitada.

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Google remove aplicativos do Android remotamente por razões de segurança

É engraçado pensar que quando a Apple remove aplicativos da App Store, uma rebelião começa – mas quando o Google remove apps do celular de usuários, apenas algumas reclamações são ouvidas.

O motivo da diferença deve ser porque quando a Apple remove aplicativos, são programas que a empresa não aceita – normalmente aplicativos com algum tipo de controvérsia ou nudez, mesmo que seja um quadrinho baseado no clássico livro Ulisses. Nesse caso, a Apple deixou os donos da HQ editarem as poucas cenas de nudez no aplicativo, mas nem todos têm essa sorte.

Agora, o Chefe de Segurança do Android, Rich Cannings, explicou ao blog Android Developers porque a empresa tem de remover aplicativos do aparelho de vocês.

“Nos casos em que o usuário pode ter instalado um aplicativo malicioso que representa uma ameaça, nós também desenvolvemos tecnologias e processos para remover remotamente aplicativos dos aparelhos. Se um aplicativo for removido dessa forma, o usuário receberá uma notificação em seu celular.”

O sistema surgiu depois que o Google encontrou dois aplicativos gratuitos que “tinham o conteúdo deturpado propositalmente para aumentar o número de downloads, mas eles não foram feitos para serem usados maliciosamente, e não tinham permissão de acessar informações privadas – ou recursos do sistema sem autorização.”

Aparentemente, o publicador do aplicativo (um pesquisador de segurança) removeu por contra própria as duas apps, mas o Google teve de usar seu “sistema para remoção remota” para apagar qualquer rastro de telefones que ainda estavam usando-os. É provável que o Google tenha de usá-lo de novo no futuro, mas eles obviamente agirão rapidamente se eles acreditarem que a segurança dos usuários está em risco. [Android Developers Blogvia Engadget]

[gizmodo]

Fotos mostram detalhes do case para-choque do iPhone 4

Não foi fácil ter acesso aos novos cases coloridos para iPhone 4 da Apple durante a WWDC, mas os espertos camaradas do AppAdvice conseguiram essas boas fotos novas do case oficial. Ele parece muito um… para-choque.

Ainda não está claro quão protegido o iPhone ficará nesse case de 29 dólares, mas ele parece o necessário para impedir o novo iPhone quebrar, já que ele é todo feito de vidro, caso ele escape de suas mãos suadas. Eu nunca fiz muito o tipo que usa um case no celular, mas esse estilo para-choque, que parece mais um anti-case, está começando a me agradar. [AppAdvice via MacRumors]

[gizmodo]

Veja o novo iPhone 4 por dentro

iPhone 4 foi oficialmente lançado e seus recursos estão todos na  postagem do Yury Roberto no guanabara.info para a ocasião, mostrando tudo aquilo que virá com a nova versão do smartphone. Veja a seguir o vídeo oficial do iPhone 4 e comprove todas as grandes novidades

[guanabara.info]

Apple vende dois milhões de iPads

Dois milhões. Em menos de 60 dias. É um número muito, muito grande – com certeza algo bem distante dos 300.000 que a Apple vendeu no dia do lançamento. O número já considera o lançamento internacional do iPad na Europa, Canadá, Austrália e Japão.

E quando esse aparelho “mágico e revolucionário” chega por aqui? No release, a Apple diz que “o iPad estará disponível em mais nove países em julho, e em outros países até o fim do ano”, mas não cita o Brasil. Segundo rumores, o tablet chega oficialmente ao país apenas no segundo semestre. Por vias não-oficiais, ele já chegou faz tempo, se bem que comprá-lo no exterior – na verdade, encontrá-lo – está bem difícil.

O press release da Apple dá os parabéns para a Apple, e segue abaixo.

CUPERTINO, Calif., May 31 /PRNewswire-FirstCall/ — Apple® today announced that iPad™ sales have topped two million in less than 60 days since its launch on April 3. Apple began shipping iPad in Australia, Canada, France, Germany, Italy, Japan, Spain, Switzerland and the UK this past weekend. iPad will be available in nine more countries in July and additional countries later this year.

“Customers around the world are experiencing the magic of iPad, and seem to be loving it as much as we do,” said Steve Jobs, Apple’s CEO. “We appreciate their patience, and are working hard to build enough iPads for everyone.”

iPad allows users to connect with their apps, content and the Internet in a more intimate, intuitive and fun way than ever before. Users can browse the web, read and send email, enjoy and share photos, watch HD videos, listen to music, play games, read ebooks and much more, all using iPad’s revolutionary Multi-Touch™ user interface. iPad is 0.5 inches thin and weighs just 1.5 pounds-thinner and lighter than any laptop or netbook-and delivers up to 10 hours of battery life.*

Developers have created over 5,000 exciting new apps for iPad that take advantage of its Multi-Touch user interface, large screen and high-quality graphics. iPad will run almost all of the more than 200,000 apps on the App Store, including apps already purchased for your iPhone® or iPod touch®.

*Battery life depends on device settings, usage and other factors. Actual results vary.

Será o novo iphone??

O novo protótipo do iPhone foi “achado” em um bar em Redwood City, Califórnia, e estava disfarçado em um case que o deixava idêntico ao iPhone 3GS. O Gizmodoconseguiu colocar as mãos no aparelho, que me surpreendeu por ser muito diferente de todas as versões do iPhone lançadas até hoje, com uma lateral de alumínio e a parte de trás em vidro ou plástico.

O Gizmodo não perdeu tempo, e publicou um post com várias fotos e informações sobre o suposto “iPhone 4G”. Para começar, o novo iPhone tem a tão esperada câmera frontal para chamadas em vídeo. A câmera traseira tem flash e uma lente maior. Assim como o iPad, este protótipo do iPhone 4G usa um microSIM, ao invés de um chip SIM de tamanho normal.

A tela seria um pouco menor, mas teria uma resolução bem maior do que a do iPhone 3GS. Os botões de volume seriam divididos e também seriam usados para o controle da câmera. A bateria é 16% maior do que a do iPhone 3GS. Uma coisa que não me convenceu neste novo layout é a traseira ser plana, sem aquela inclinação do iPad, mas isto é algo que pode ser mudado com facilidade na versão final. Segundo o Giz, isto acontece pois ele não tem espaço de sobra para firulas. É, até que faz sentido.

Agora só nos resta esperar até a WWDC para conferir se o novo iPhone 4G será realmente assim ou não.

fonte: Gizmodo USGizmodo Brasil.

Hardware Asus Eee PC 1001PX tem toque de fibra de carbono

A Asus lança mais uma variação do Eee PC. O 1001PX tem um belo acabamento de fibra de carbono. Mas por dentro não foge das características comuns de um netbook: processador Intel Atom N450 e 1 GB de RAM.

Ele vem com Windows XP na configuração com HD de 160 GB e bateria com duração de cinco horas. A versão com HD de 250 GB e bateria de nove horas vem com o Windows 7.

Com 1,27 kg de peso, o Eee PC 1001PX custa € 241 (com XP) e € 300 (com 7).

fonte: gizmodo

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