Arquivo mensal: setembro 2011

[Video-aula]Monitoramento de sites com Uptime Robot

ola a todos, tudo bem?
Irei mostrar um sistema, se é que podemos chamar de sistema, que vai te ajudar a monitorar o seu site para saber se o mesmo esta ON, OFF, quanto tempo caiu e outras coisas.

Boa aula.

Não deixem de comentar.

Galaxy S II ultrapassa a linha dos 10 milhões de aparelhos vendidos

Nós já falamos faz tempo, mas os números estão aqui para confirmar que o Galaxy S II, da Samsung, é o rei dos Androids em 2011. A empresa coreana anunciou que 10 milhões de aparelhos já foram comercializados. E o número dobrou em apenas dois meses.

Veja bem, 10 milhões de aparelhos vendidos é, para um smartphone  que sequer chegou ainda a alguns países, uma marca de respeito. Mas o número ainda está longe dos 20 milhões de iPhones vendidos no segundo trimestre. O que mais surpreende nos novos números é o boom dos últimos meses: até o fim de julho, o número era de 5 milhões de unidades. Em oito semanas, a Samsung colocou 5 milhões de Galaxy S II no bolso de seus clientes. E vale lembrar que o aparelho chegou recentemente aos EUA.

Com números altos dos dois lados, processos por quebra de patentes em diversos países e fim da relação até então amistosa, acredito que já podemos dizer que o mundo móvel tem uma nova e clara polarização entre duas empresas.

[gizmodo]

Este homem não tem medo do 4chan

Dentro do fórum anônimo 4chan, especialmente do seu epicentro caótico conhecido como /b/, existem duas regras fundamentais: você não deve falar sobre o /b/, e você não deve falar sobre o /b/. A punição para quem quebra estas regras é severa e vem imediatamente, na forma da ira coletiva de um exército de anônimos que farão o possível para te infernizar. Mas Cole Stryker resolveu ignorar completamente esse código de cavalheiros e publicou um livro inteiro sobre a coisa. E quer saber? Ele não está nem aí.

O livro Epic Win For Anonymous fala sobre a fascinante realidade do 4chan, a terra sem leis da internet, com enfoque especial no surgimento e atuação do grupo de “hacktivistas” conhecido como Anonymous. Mesmo com este título lisongeiro, Anon não gostou da publicidade: a primeira resposta que o autor recebeu quando foi ao fórum informar da publicação do livro foi um singelo “por gentileza, queira se matar imediatamente”.

Quando a massa anônima do /b/ resolve aplicar o seu peso contra algum alvo em potencial, as táticas mais comuns são usar o não-anonimato do resto da internet a seu favor. Eles se juntam e descobrem todos os podres que possam ser descobertos, mesmo que bem escondidos, sobre o seu alvo, e usam isso como arma. O grupo já conseguiu causar estragos consideráveis a muitas de suas vítimas, desde famosos como a governadora americana Sarah Palin até meninas pré-adolescentes como Jessica Leonhardt, que os provocaram.

“Você está assustado?”, todo mundo me pergunta quando descobrem que eu escrevi a respeito do grupo.

Não mesmo. O Anonymous é bem pouco efetivo quando você não fornece as ferramentas que eles precisam para colocar em prática as suas “táticas de ruína de vida”. Não há fotos comprometedoras minhas passeando pelo 4chan porque não há fotos comprometedoras minhas em lugar algum.

Se você não der uma ajuda ao Anon, eles não vão conseguir fazer muita coisa além de enviar SPAM para a sua caixa de correio e entregas de pizza para a sua porta. Até agora eu recebi apenas uma pizza de 90 dólares, com todos os tipos disponíveis de coberturas. Mas isso não me causa nenhum mal; é apenas uma inconveniência para o pobre entregador que precisa levar a pizza de volta.

Sendo o 4chan o epicentro cultural da internet, a origem tanto dos memes dos quais você dá risada quanto da maior parte dos esforços que resultaram na ocupação da Wall Street por milhares de protestantes contra o sistema econômico americano, é natural que cada vez mais eles sejam estudados e comentados na mídia. O escritor Cole Stryker pode ter sido um dos primeiros a quebrar as duas primeiras regras da comunidade de maneira tão aberta, mas certamente não será o último. [Ars Technica, Huffington Post]

Epic Win For Anonymous foi lançado neste dia primeiro de Setembro, e ainda não tem edição em português.

[gizmodo]


Muito além do iPad made in Brazil: Os planos de Mercadante para a tecnologia do País

Parece que nos últimos meses Aloízio Mercadante virou o Ministro dos Tablets. Metade das vezes em que ele aparece nos jornais é para dar uma nova data para o iPad Made in Brazil ou estimar em quanto os preços vão cair. Lendo os jornais, parece que ontem não foi diferente: em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele deu uma nova data para o mítico tablet-de-Jundiaí, e há motivos para duvidar novamente. O que muitos ignoram é que a tábua da Apple ocupou uns 20 segundos da fala de horas do ministro. Aos senadores, ele explicou os planos do governo para melhorar a nossa mão-de-obra, premiar bons estudantes, atrair investimentos e virar uma potência em tecnologia. Há um bocado de blablablá de político, é claro, mas alguns dados e programas estratégicos revelam um plano consistente e promissor. Estou sendo otimista demais? Acompanhamos a audiência e destacamos os principais momentos da fala de Mercadante:

[O texto abaixo foi selecionado, cortado e colado, conforme taquigrafado pelo Senado, levemente editado para clareza (São todas as palavras do ministro). Você pode ler e ouvir a reunião da CAE aqui.]

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Imagem vazada mostra chip A5 dentro do próximo iPhone

Essa imagem vazada mostra um processador A5, da Apple — o cérebro do iPad 2 — inserido nas entranhas eletrônicas do próximo iPhone. Apesar de já termos essa teoria do A5 há tempos, a imagem pode ser a primeira confirmação visual.

Isso se a foto for realmente real, claro. É possível ver também uma bateria de maior capacidade ao lado, o que seria uma maravilha — mais tempo de vida longe da tomada é sempre bem-vindo.

Para completar, a imagem também confirma um alto-falante maior no topo do aparelho.

[gizmodo]

Galaxy S II, da Samsung, tem a GPU mais poderosa de todos os Androids (ATUALIZADO)

O Anandtech fez uma série de testes de benchmark com o Galaxy S II e descobriu que a GPU quad-core Mali-400, embutida no chipset EXYNOS, não é só poderosa. Ela é quase duas vezes mais rápida do que qualquer aparelho com Android — seja tablet ou smartphone.

O Galaxy S II foi testado usando o GLBenchmark 2.1, e marcou 42.5 pontos. Para efeito de comparação, o Samsung Infuse 4G marcou 25.5 pontos, enquanto o Galaxy Tab 10.1 atingiu apenas 20.8 pontos. O iPad 2, da Apple, que roda o chipset mais recente da empresa, anotou 85.7 pontos. Confira todos os números no [AnandTech].

UPDATE:  Não há nada de “nova versão do Galaxy S II”; os testes do AnandTech foram feitos com o mesmo S II vendido no Brasil. Ou seja, você que achou que se deu mal por ter comprado o aparelho, pode comemorar: você tem no bolso o Android mais poderoso do mundo (em termos de GPU).

[gizmodo]

De que adianta tanta informação se as pessoas não sabem como buscar?

Nunca tivemos tantas informações, tanto conhecimento à disposição. A internet dá voz a todos e armazena estudos, pesquisas, notícias, ideias e criações em abundância, ao alcance de um clique. Todo esse potencial, porém, pode estar sendo desperdiçado ou, no mínimo mal aproveitado porque as pessoas não sabem os atalhos para encontrar o que precisam. De estudantes que não sabem usar o Google ao desconhecimento do milagroso Ctrl+F, aparentemente não sabemos navegar no mar de informações, como informam estudos recentes.

Dan Russell, antropólogo do Google, disse ao The Atlantic que, baseado em pesquisas que faz com usuários comuns, 90% dos americanos não sabe da existência da busca interna  em páginas web e documentos, nosso bom e velho amigo Ctrl + F. Em pesquisas de campo, ele comentou ter cansado de ver pessoas lendo vastos documentos em busca de informações específicas e, depois de ensinadas o truque mágico, ficaram boquiabertas com o tempo que desperdiçavam fazendo tudo do jeito “manual”.

Outra pesquisa, essa realizada pelo ERIAL (Ethnographic Research in Illinois Academic Libraries), foi mais fundo na questão. Nela, os pesquisadores, liderados por Steve Kolowich, constataram que o desempenho dos estudantes dos EUA na utilização de mecanismos de pesquisa é ainda pior do que se imaginava.

E os dados são preocupantes mesmo. Apenas 10% dos estudantes se deram ao trabalho de formular consultas com palavras-chave adicionais a fim de afunilar os resultados. Eles se mostraram muito dependentes do Google mesmo quando o assunto a ser pesquisado era de âmbito acadêmico e, ainda assim, a maioria não compreende a lógica do buscador, nem foi apta a realizar pesquisas que gerassem bons resultados. As buscas ou traziam poucas páginas, ou o oposto, muitas para analisar, e, em vez de outras abordagens, os estudantes simplesmente deixavam o assunto em questão de lado e partiam para outro mais fácil.

A pesquisa sugere que o problema é mais amplo, e pode indicar que a geração-Google tem um problema em buscas como um todo. Se é difícil caçar coisas na internet, imagine essa galera sem computador, tendo que ir à biblioteca para pesquisar em livros, enciclopédias, periódicos e outros materiais de papel. Ou buscar em um relatório a informação essencial para o chefe, ou passar o olho em um processo para identificar inconsistências.

Parece loucura hoje, mas o Google não é tão velho assim. Boa parte da minha vida escolar foi sem o auxílio da Internet — e, hey, eu também não sou tão idoso assim!Todo o meu esforço offline em buscas ajuda na hora de formular consultas hoje, a usar abordagens diferentes, parâmetros e todos os recursos que os buscadores oferecem.

No livro Mantenha seu cérebro vivo, Lawrence C. Katz gasta 142 páginas para dizer, em resumo, que nosso cérebro é igual aos músculos do resto do corpo: se não for exercitado, definha. O livro traz diversos exercícios, alguns inusitados, que estimulam a mente a agir de modo diverso ao que estamos acostumados. O mesmo poderia ser aplicado na educação dos jovens para uso do computador, da Internet. É “pensando fora da caixa” que se consegue bons resultados no Google. Na vida, para ser mais exato.

Se você se identificou com a galera sem intimidade com o Google, a gente ajuda. Confira uma listinha de operadores e truques que facilitam a descoberta de resultados relevantes e que funcionam na maioria dos buscadores:

 

site:gizmodo.com.br
Restringe os resultados da busca ao domínio em questão. Os algoritmos dos buscadores mais populares dão uma surra em, basicamente, a maioria dos sistemas internos/próprios, pois eles consideram diversos fatores circunstanciais (no Google, mais de 200) na hora de hierarquizar as páginas.

OR ou AND
Esses são conectivos lógicos que fazem exatamente o que dizem (em inglês, no caso): OR busca por dois ou mais termos na mesma consulta, e AND restringe os resultados àqueles que apresentam obrigatoriamente ambos os termos relacionados.

* (asterisco) e “” (aspas)
O asterisco é um “charada”: numa busca, ele significa “qualquer coisa”. Claro que você não irá usá-lo sozinho, mas junto a outros termos tem o poder de trazer à tona resultados bastante refinados. Já as aspas devem ser usadas com duas ou mais palavras e servem para obrigar o buscador a retorná-las na exata ordem em que foram dispostas. Eles, na realidade praticamente todos os operadores, podem ser combinados para buscas ainda mais eficientes. Experimente “quem matou *?” e veja como isso é legal.

filetype:pdf
O operador filetype é muito poderoso: ele permite filtrar resultados para um formato específico de arquivos. Google, Bing e Yahoo! indexam muito mais do que páginas web; eles têm documentos, imagens e até músicas (!). É muito útil para encontrar manuais de equipamentos, por exemplo; basta fazer uma pesquisa pela marca e modelo e, junto, colocar o operador filetype:pdf.

Os buscadores mais populares ainda funcionam como calculadora, conversor de medidas e moedas, dão previsão do tempo, horários do cinema e possuem uma série de recursos para trabalhar com meta informações dos resutlados — título da página, link, páginas relacionadas etc. E tem mais coisa, acredite.

Tudo isso suscita uma importante questão: o que nossos estudantes estão fazendo nos laboratórios de informática, cada vez mais fáceis de serem encontrados nas escolas brasileiras? Esse tipo de educação não deveria ser incluída na matriz curricular? Existe uma tentativa de vigilância e repressão constante (e totalmente válida, diga-se) ao plágio, à cópia integral na entrega de trabalhos. Mas não seria melhor para todos se, em vez de simplesmente reprimirem esse comportamento, nossos estudantes fossem instruídos sobre a forma certa de fazer? Se o conhecimento é tão abundante e a decoreba cada vez mais irrelevante, não estaria na hora de dar mais ênfase a isso nas escolas?

[gizmodo]

Recado

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Galaxy Tab 7.7 é a evolução do formato

Apesar de contar com vários modelos, o mundo dos tablets de 7 polegadas não foi muito empolgante até agora. Além do Galaxy Tab original, que fez relativo sucesso por ser o primeiro tablet decente com Android, soluções como o Flyer, da HTC, não empolgaram muita gente. Mas isso pode mudar se você tiver em mãos um aparelho com resolução HD na tela, Android 3.2 e peso ínfimo. Veja o que achamos do Galaxy Tab 7.7, anunciado na IFA, em Berlim.

Seguindo o padrão recente de aparelhos da empresa coreana, o Tab 7.7 faz parte da geração anoréxica. Mesmo ganhando 0,7 polegadas em relação ao seu antecessor, o tablet é extremamente fino (7,89mm, ou 3,1mm a menos do que o Tab original) e leve (335 gramas, redução de 45g). Pela leveza, não é exagero dizer que ele lembra um Kindle em termos de mobilidade e facilidade em ficar horas com o tablet erguido em frente aos olhos. É até difícil pensar como eles colocaram uma bateria de 5100mAh nesse corpinho. A parte de trás leva um aço escovado de bom gosto e acabamento.

Ao destravar a tela, é possível entender por que a Samsung fez questão de frisar que o Tab 7.7 é o primeiro tablet com tela Super AMOLED Plus do mundo. Pense na tela do Galaxy S II. Aumente-a bastante. Estique também sua resolução, ultrapassando o marco do HD e chegando aos 1280 por 800 pixels. O resultado é espetacular, para dizer o mínimo: as imagens são extremamente ricas, as cores pulam da tela e é preciso muito esforço — leia-se colar o tablet no olho — para reparar em pixels aparentes.

Felizmente a Samsung evoluiu o Tab 7.7 também na parte de software. Agora, em vez de emular a versão do sistema para smartphones, o que limitava seu uso, o aparelho vem com Honeycomb — em sua versão 3.2, otimizada especialmente para tablets de 7 polegadas. Além disso, há a modificação TouchWiz, e novamente a empresa não decepcionou, adicionando widgets interessantes e pouco incômodos e soluções boas para usuários menos avançados. E com processador de 1,4 GHz e memória de 1GB, não há skin que diminua a velocidade do aparelho.

Em um primeiro passeio pelo aparelho, a conclusão é que a Samsung conseguiu criar um aparelho muito interessante e manter viva a chama dos tablets de sete polegadas. A adição de tela é muito bem-vinda, já que há pixels de sobra na tela de AMOLED, e usá-lo para leitura deve ser uma belezinha. Resta saber por quanto e quando ele chegará ao Brasil — no passado, nós já vimos algum futuro para o Flyer, da HTC, mas seu preço diminuiu todas as esperanças. Mas, se você tem um Galaxy Tab no Brasil e ama seu brinquedinho, o Tab 7.7 pode ser a atualização que você esperava — sem televisão ou capacidade de celular, mas muito mais funções e beleza de um tablet de verdade.

UPDATE: Algo bem estranho aconteceu no estande da Samsung: após dois dias exibindo o Galaxy Tab 7.7, a empresa removeu hoje todos os aparelhos e qualquer menção da existência do tablet, exatamente no dia de maior movimento da feira. Agora, só o Galaxy Note e o Wave 3 estão exibidos. É como se o produto não tivesse existido — é o que os usuários imaginam.

O This Is My Next explica que o problema pode ter a ver com a proibição que a Samsung recebeu na Alemanha — terra da IFA — de venda do Galaxy Tab 10.1, após processo da Apple. O tablet maior, inclusive, sequer figura no galpão da empresa coreana, nem seu irmão menor, o 8.9 — ambos podem ser encontrado no estande do lado, o da Vodafone, que está recheado de Galaxy Tabs. O problema provavelmente só afetará o mercado europeu e ele deve chegar ao Brasil sem problemas, mas o caso mostra que o problema é maior do que parece: a Samsung foi obrigada a retirar seus produtos de uma feira que recebe mais de 150 mil pessoas.

* O Gizmodo Brasil viajou para Berlim a convite da Philips. Agradecimentos a Samsung pela câmera NX100 que registra a viagem.

[gizmodo]

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