Arquivo mensal: agosto 2011

Meu Deus, será que o Razer Blade é o laptop mais incrível que existe?

Não consigo lembrar a última vez que fiquei tão impressionado com um laptop. Mas este… O Razer Blade: ele 2,2cm de espessura, chassi de alumínio, Intel Core i7 de 2,8GHz, 8GB de RAM, e placa de vídeo Nvidia GeForce GT 555M de 2GB. E ele tem a touchscreen Switchblade da Razer também. E tudo isso custa US$2.800 – R$4.500, se algum amigo seu for legal de trazer dos States.

A Razer é bastante conhecida por seu equipamento high-end para jogos: mouses de US$150, mousepads de US$50… Mas com o Blade, eles estão colocando dinheiro onde eles tanto apostam: eles criaram e construíram – com colaboração da Intel e Nvidia – o que poderia ser o laptop para jogatina de PC mais extraordinário que existe, revivendo a tradição da VoodooPC, empresa que fazia computadores high-end e que morreu depois de comprada pela HP.

Sim, o laptop tem 17 polegadas. Sim, ele pesa absurdos 3,2kg. Sim, ele custa US$2.800. (E por enquanto não há data nem preço para lançamento no Brasil.) Mas é o primeiro laptop a não tirar nada para colocar o que ele tem. Ele usa o processador dual-core móvel mais potente que a Intel oferece. Uma placa de vídeo de muito respeito. Oito gigas de RAM. 10 teclas para jogos. Tela multitoque. Tudo em um chassi de alumínio com apenas 2,2cm de espessura! Tão fino. E cara, olha pra ele. A Razer fez algo diferente. Eles arriscaram. E ele pode ser incrível. [Blade]

Especificações do produto:· Processador Intel® Core™ i7 2640M de 2.8GHz

· Memória DDR3 8GB 1333MHz

· Tela LED com retroiluminação de 17.3″ (1920×1080)

· NVIDIA GeForce® GT 555M com tecnologia NVIDIA® Optimus™ e 2GB de memória de vídeo GDDR5 dedicada

· Webcam HD embutida

· Bateria de 60Wh

· HDD SATA de 320GB e 7200rpm· Compatível com Wireless 802.11 b/g/n

· 42,7cm (comprimento) x 27,67cm (largura) x 2,24cm (altura); 3,16kg (peso)

Como comprar um disco rígido: o seu guia essencial

Você precisa de espaço ou desempenho? Está fazendo um upgrade no laptop ou montando um PC novo para jogar? Seja qual for o seu caso, nós vamos te guiar pelo caminho que levará à melhor compra.

Armazenamento. Sempre necessário, quase sempre negligenciado.

Entre a empolgação com as novas GPUs DirectX 11 e CPUs hexacore, a capacidade básica de armazenar e recuperar os nosso arquivos é frequentemente deixada de lado em importância. Aquele disco magnético giratório nunca parece empolgante ou high-tech o suficiente – apesar da tecnologia usada nele também ser bem incrível.

Uma tecnologia que tem chamado atenção para os dispositivos de armazenamento atende pelo nome de SSD – Solid State Drives. Como o nome diz, são, drives de estado sólido, o que significa que, em vez de discos magnéticos giratórios, temos unidades de memória flash imóveis. Mas os SSDs não são perfeitos, como veremos a seguir. Repassaremos todas as opções de armazenamento para o seu sistema operacional e aplicações, para ajudar você a descobrir qual é a melhor para as suas necessidades. (Não vamos falar de armazenamento óptico – CDs e DVDs -, porém, já que este tipo é realmente secundário atualmente.)

Vamos mencionar brevemente a tecnologia e os jargões, depois olharemos para diferentes situações para determinar quais opções são mais apropriadas em utilização e preço. Começaremos pelos discos rígidos, depois daremos uma pincelada nos SSDs.

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Android faz sucesso em lugares inesperados

Sabe este aparelho aí da foto, o Huawei Ideos? É um smartphone simples, com Android 2.2, tela de 2,8 polegadas, e câmera de 3,2MP, lançado no Brasil no final do ano passado  e que hoje custa no máximo R$300. E este preço baixo, que se repete ao redor do mundo, está fazendo o aparelho ter sucesso em lugares inesperados: no Quênia, país do leste africano onde 40% da população vive com menos de US$2 por dia, mais de 350.000 pessoas compraram o aparelho.

O Ideos custa cerca de US$80 por lá, e pelo preço baixo ele precisa ter um hardware menos potente. Bem, quando eu o usei na CES, o Android parecia rodar rápido o bastante – é com apps mais pesados que ele pode engasgar um pouco. A duração da bateria parece ser um problema também. Mas são problemas que não impedem o sucesso: assim como no Samsung Galaxy 5, smartphone com Android mais vendido do Brasil, o preço fala mais alto.

E a popularização do Android vem trazendo resultados louváveis: no Quênia, a conferência de empreendedores Pivot25 mostrou os apps para Android mais inovadores feitos no leste africano. O app M-Farm permite que agricultores divulguem os preços e localização dos produtos. Outro app para Android, desenvolvido pela Universidade Makerere, ajuda a diagnosticar doenças nas plantações e a rastrear sua propagação através de crowdsourcing. E o app MedKenya fornece um banco de dados com informações de saúde, e até ajuda a levar o usuário para o hospital mais próximo.

A Biovision, organização suíça sem fins lucrativos, também usa o Android para ajudar na sua jornada contínua de combater a fome e a pobreza utilizando métodos ecológicos e orgânicos. A organização está desenvolvendo um app para Android a ser usado pelos 200 funcionários de campo no Quênia e em outros países no leste africano, para melhorar a ajuda aos agricultores, que hoje resolvem dúvidas através de SMS. E o mais interessante: a Biovision vai subsitituir os notebooks do projeto One Laptop per Child por smartphones com Android, por serem menos volumosos e terem funções como câmera e GPS.

É bom ver que a popularização do Android está trazendo resultados tão positivos, e possibilidades tão interessantes. [gimodo]

Professores ainda sabem menos sobre internet que os alunos

Os computadores e a internet hoje permeiam nossas vidas, mas esta é uma mudança relativamente recente, então é de se esperar que os jovens se virem melhor que os mais velhos. Hoje, no entanto, essa desculpa não cola. Pior: as escolas ainda mal usam o computador na sala de aula. É o que diz uma nova pesquisa do Cetic.br.

Segundo a pesquisa, 64% dos professores entrevistados acreditam que os alunos sabem mais sobre computador e Internet do que eles próprios. E isso mesmo que 90% dos professores tenham computador e 81% tenham internet em casa: dentre os alunos entrevistados, apenas 54% têm computador e 44% têm internet em casa. O Ministério da Educação tem um programa de capacitação para o uso do computador, mas não há um plano para incorporar o computador às aulas. Apenas 4% das salas de aula têm computador.

Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Pedagógicos do Ministério da Educação, diz à Agência Brasil que o computador pode ser melhor aproveitado através do Programa Um Computador por Aluno, que financia laptops de baixo custo para alunos de escola pública. Entre os professores que têm laptop, 41% o levam para a escola; quanto aos alunos, a porcentagem é bem mais baixa – apenas 10%. Gotti sugere até o uso de tablets, mas esta parece ser uma realidade mais distante.

Ao que parece, o uso da internet e do computador na escola fica mais restrito aos laboratórios de informática, presentes em 81% das escolas. A pesquisa entrevistou 1.500 professores e quase 5.000 alunos de 497 escolas, boa parte da rede pública, e está disponível no link a seguir. TIC Educação

[gizmodo]

Teste de post no android

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